Cargos do NM

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Cargos do NM

Mensagem por Odin em Sex Jun 29, 2012 6:35 am




Odin

deus da sabedoria, da guerra e da morte, da magia, da poesia, da profecia, da vitória e da caça. - God Master - Servo de Odin - Ocupado

Odin era, em primeiro lugar, o deus da sabedoria, mas esta também não era uma virtude inata, como tudo na mitologia nórdica, pois o conhecimento custava esforço até aos deuses. Para consegui-lo Odin foi em humilde peregrinação até o poço de Mimir, para pedir-lhe a ciência que havia nas suas águas, mas o ciumento Mimir não cedeu o seu direito gratuitamente, senão que pediu em troca um olho do deus. Odin arrancou o olho sem duvidar e entregou-o a Mimir, que lançou-o para o fundo do poço. Uma vez bebida a água do poço, Odin soube imediatamente tudo o que se podia saber, até o fim que esperava o Universo e os deuses, após a luta final que teria que ter lugar no campo de Vigrid. Saber tudo transformou o radiante deus num ser taciturno, dado que a carga da ciência, a responsabilidade do conhecimento, supunha também a maturidade, a consciência da temporalidade de todo o Universo, divino e humano. Mas esta tinha sido simplesmente a primeira etapa e o deus continuou o seu percurso, agora vestido de vagabundo, procurando o sábio Vafthrudnir, para confirmar a validade do seu conhecimento, contrastando-o com o imenso caudal de sabedoria do gigante.

Seguindo o conselho da sua prudente esposa Frigga, Odin apresentou-se perante Vafthrudnir como Gangrad, para dar início ao mútuo e mortal interrogatório, dado que o preço que tinha que pagar quem deixasse uma pergunta sem responder era o da própria vida. Primeiro foi o turno de perguntas do gigante, e Odin respondeu a todas e cada uma das questões apresentadas. Depois correspondeu a Odin perguntar ao gigante todas as suas dúvidas, desde a origem do Universo até quais foram às palavras que o Pai supremo tinha dito ao seu filho Balder junto da pira funerária. Com essa pergunta, o gigante compreendeu que se encontrava diante do próprio Odin, e soube que tinha perdido o torneio e que o esperava a morte, mas não parece que assim foi, pois nunca ninguém disse que Odin arrancou a cabeça do vencido gigante, dado que não queria conseguir a vitória sobre esse oponente, senão comprovar se a sua inteligência era suficiente.









Thor

Senhor dos Trovões, Trovoadas, Relâmpagos, Raios e Tempestades - God Master - Vikings - Ocupado

Thor era conhecido também como Donnar, Donar ou Donner. Este deus era amplamente cultuado pelos vikings e tido como "Senhor do Trovão", "Senhor do Céu e das Chuvas Benéficas", "Senhor dos Trovões, Trovoadas, Relâmpagos, Raios e Tempestades"; venerado como "Príncipe dos Deuses"; pois, presidia e governava o céu, o trovão, o ar, o vento, as chuvas, as tempestades, o tempo bom, as colheitas, as frutas da Terra; também combatia a doença e a fome, e está associado aos feitos de resistência sobre-humana. Tinha por função proteger homens e deuses da influência negativa dos gigantes, sendo defensor de Asgard contra seus inimigos.

Thor é filho de Odin, seu nome era muitas vezes associado à fecundidade e às questões agrícolas. Um homem enorme e belíssimo guerreiro de longos cabelos e barba ruiva, detentor de apetite voraz, sede incontrolável, voz estrondosa e penetrantes olhos que chispavam como fagulhas, empunhava um cetro assemelhando-se a Júpiter.

Usava um cinturão de ferro e o seu famoso martelo, que era sua principal arma, o martelo Miolnir ou Mjolnir, signo que faziam os crentes para pedir proteção divina, era um artefato mágico que sempre retornava às mãos do poderoso guerreiro como um bumerangue, servia para dar validade e sagrar um casamento e os demais atos judiciais.

Também para marcar com estacas as propriedades; usava-se a ferramenta sacramental para bendizer o lar; para rematar a pira funerária e sua inscrição em lápides funerárias assegurava o não retorno dos mortos.
Ele habitava o maior palácio de Asgard, o palácio Bilkirnir, que tinha 540 salas para alojar todas as pessoas humildes após a sua morte, assegurando-lhes a felicidade eterna, em igualdade para todos, para compensá-los de tudo o que na Terra tinham padecido.

Teve também uma vida doméstica importante, pois casou duas vezes, a primeira com a giganta Jarnsaxa, que lhe deu dois filhos, Magni (força) e Modi (coragem), os que foram herdeiros do martelo mágico e foram os seres destinados a povoar o novo mundo que se abriria após o fatal acaso dos deuses. E o segundo casamento, que foi, muito mais importante no mito do deus Thor, foi Sif, a bela dama dos cabelos tão louros como o ouro, que lhe deu duas filhas Lorride e Thurd.

Quando da Terra se ouvia o bramido da tempestade, os humanos sabiam que, por cima de suas cabeças, no céu, estava passando o carro de Thor, puxado pelas suas duas cabras, e estava indo lutar contra os gigantes gelados, o maior perigo para os nórdicos, sempre ameaçados pelo frio; este grande adversário e exterminador de gigantes, por quem nutria um ódio incontrolável, era também conhecido como "Senhor dos Bodes", título oriundo da crença de que as trovoadas seriam nada mais que um passeio do príncipe em seu carro.

Thor quebra as barreiras, para ele não existem obstáculos intransponíveis, vence as dificuldades, é tido como o mais forte e corajoso, amplia os horizontes, era muitas vezes invocado em cerimônias de casamento com a intenção de suprimir qualquer dificuldade que pudesse vir a interferir na harmonia familiar dos recém-casados, além de atribuir fecundidade às esposas, ele representa a força destruidora dos elementos utilizada para fins positivos.

Na Irlanda, um dos antigos nomes dados aos vikings era "O Povo de Thor", devido à sua coragem e força nos campos de batalha.









Frigg

Deusa do Casamento e da Maternidade - Moderação - Servo de Frigg - Ocupado

Frigg é a Deusa-Mãe da dinastia de Aesir na mitologia nórdica. Esposa de Odin emadrasta de Thor, ela é a deusa da fertilidade, do amor e da união. É também a protetora da família, das mães e das donas-de-casa, simbolo da doçura. Tem o poder da profecia. Acreditava-se que era detentora de uma enorme sabedoria, conhecendo o destino dos Homens, sem, no entanto, alguma vez o revelar.Tem vários companheiros e assistentes. Entre eles estão, Hlín (a deusa da proteção), Gná (a deusa dos mensageiros), e Fulla (deusa da fertilidade). O salão de Frigga em Asgard é Fensalir, que significa "salões do pântano". Isto significa que as terras alagadiças ou pantanosas eram consideradas especialmente sagradas à deusa. É representada como uma mulher alta e majestosa vestida de penas de falcão e gavião, trazendo um molho de chaves no cinturão.Pode ser chamada também de Frige, Frija, Fricka e Friga.









Freyja

Deusa da Fertilidade, Bem estar, Amor, Beleza, Mágica, Profecia, Guerra, Batalha, Morte - Moderação - Servo de Freyja - Ocupado

Freia (em nórdico antigo: Freyja, também grafado Freya, Freja, Freyia, e Frøya) é a deusa mãe da dinastia de Vanir na mitologia nórdica. Filha de Njord e Skade (Skadi), o deus do mar, e irmã de Frey, ela é a deusa do sexo, da sensualidade, da fertilidade, do amor, da beleza, da atração, da luxúria, da música e das flores.

Diz a lenda que ela estava sempre procurando, no céu e na terra, por Odur, seu marido perdido, enquanto derramava lágrimas que se transformavam em ouro na terra e âmbar no mar.
Na tradição germânica, Freia e dois outros vanirs (deuses de fertilidade) se mudaram para Asgard para viver com os Aesir (deuses de guerra) como símbolo da amizade criada depois de uma guerra. Ela usava o colar de Brisingamen, um tesouro de grande valor e beleza que obteve dormindo com os quatro anões que o fizeram.
Ela compartilhava os mortos de guerra com Odin. Metade dos homens e todas as mulheres mortos em batalha iriam para seu salão Folkvang.
O seu nome tem várias representações (Freia, Freja, Froya, etc.) sendo também, por vezes, relacionada ou confundida com a deusa Frigga, mas ela também foi uma grande fiandeira na antiguidade.
Freia também tinha uma suposta paixão pelo deus Loki, o deus do fogo.









Tyr

Deus da Guerra, da Justiça - God Master - Servo de Tyr - Ocupado

Tyr é deus da guerra também dito como deus da coragem, é filho do gigante Hymir (atenção não confundir com Ymir), mas passou a ser considerado filho de Odin devido a sua íncrivel coragem e sua íncrivel sede por batalhas.
Tyr é um guerreiro muito corajoso, é considerado guardião da justiça, ele só tem uma mão, pois uma delas foi arrancada por Fenrir filho de Loki ao tentar acorrentar o animal.

Tyr se tornou um símbolo muito grande de coragem, tanto que se criaram vários derivados do nome Tyr, para os homens, por exemplo : Agantyr, Bryntyr, Hjalmityr, Sigtyr, Valtyr e vários outros.
Alguns rituais eram feitos em homenagem a Tyr, mas diferente de alguns outros os seus rituais envolviam sacrifícios humanos, aqueles que perdiam a guerra eram presos em árvores, pelos braços, as vitimas ficavam presas até a morte, os germânicos acreditavam estar sendo corajosos que nem Tyr ao fazer uma ato desses, mas não se passava de uma covardia e chacina.









Balder

Deus do Brilho, da Paz, do Renascer - Moderação - Servo de Balder - Ocupado

BALDER - (Baldur ou Grin) é filho de Odín e pai de FORSETI, Deus da justiça, diz a mitologia que ainda pequeno era torturado por sonhos horríveis que anunciava a sua morte . Frigga, esposa de Odin e sua mãe viaja pelos nove mundos conseguindo a promessa de todo ser com vida, animal, vegetal e mineral de que jamais fariam qualquer mal a Balder. Entretanto, uma planta - visco - não faz o juramento, Frigga releva a exceção e crê que conseguiu por fim aos pesadelos do filho.

Assim, Balder, aos olhos de todos, torna-se imortal. No Valhalla , as flechas disparadas contra Balder, pelos outors deuses, apenas divertem sem lhe causar qualquer lesão. LOKI, o deus do fogo, engana os deuses. Dá ao deus cego HODR uma flecha com a ponta preparada com visco. Balder é atingido e cai mortalmente ferido; em seu leito de morte, seu pai, o maior dos deuses, Odín sussurra aos seus ouvidos palavras inaudíveis para os demais. Conta o mito que trata-se da promessa de ressurreição, depois da grande catástrofe em Ragnarok...que irá purificar o mundo.









Njord

Deus do Mar, Vento, Peixes, Navios, Saúde - God Master - Servo de Njord - Ocupado

Na mitologia nórdica, Njord, o deus vanir dos Mares, dos ventos e da fertilidade, contraposto a dos Aesir, dos quais Odin era o líder. Njord era o Pai de Freya, a deusa do amor, e de Freyr, deus da fertilidade, e casado com Skade[1].
É o protetor dos pescadores e dos caçadores que, em sua honra, construiam pequenos altares nas falésias e nas florestas, onde depositavam parte do que conseguiam pescar ou caçar. Era visto como um deus pacífico.

Njord casou com Skadi, deusa do Inverno e da caça. Skadi escolheu o seu marido observando os pés dos deuses, sem lhes ver a cara, e começou a procurar os pés mais limpos e bonitos, e escolheu os de Njord, porque seus pés sempre estão limpos por causa da água do mar. Njord e Skadi não tiveram um casamento feliz, e logo se separaram, pois Skadi como uma deusa das montanhas não conseguia viver nas costas oceanicas assim como Njord não conseguia viver nas montanhas, com a constante mudança foram criadas as estações do ano.









Nornas

controlar a sorte, o azar e a providência, quer dos homens quer dos deuses, e zelar pelo cumprimento e conservação das leis que regem as realidades dos homens, dos Aesires, dos elfos, dos anões, etc... - Moderação - Protegidos - Urd (Disponível) / Verdandi (Diponível) / Skuld (Ocupado)

Diz-se que nasceram da fonte de Urð, fonte da vida, onde cresce o grande freixo Yggdrasill, que guardam. Todas as manhãs fazem chover hidromel sobre suas raízes, para que as folhas permaneçam verdes. São representadas pela virgem, a mãe e a anciã. Urð (passado) é muito velha e vive olhando para trás, por sobre os ombros. Verðandi (presente) é uma jovem e olha sempre para o presente e finalmente Skuld (futuro), vive encarapuçada e possui um pergaminho fechado sobre seu regaço, que contém os segredos do futuro.
Vivem protegidas por um dos ramos da árvore Yggdrasil, junto a um lago. O clã possuí apenas três integrantes, todas entidades femininas que a saber são:

Urd é a guardiã do Passado, é representada por uma criatura da raça humana de idade extremamente avançada. Dentro de suas obrigações está guardar os mistérios do passado e não metaforicamente não fornecer as chaves dos segredos antigos;

Verdandi é a vigia do Presente, encarna-se na forma de uma mãe e tudo que acontece é tecido por seus pensamentos. Ela representa o movimento, a continuidade.

Skuld ou Skald é a guardiã do futuro, representada por uma virgem. Profecias e adivinhações estão relacionadas a ela. Skuld detém o controle de uma das maiores forças do universo: o Destino.









Sunna

Deusa do Sol - Moderação - Manipuladores do Sol - Disponível

Sunna era a personificação divina da luz solar, venerada pelos povos nórdicos como doadora da vida e cujos símbolos - a roda solar e os círculos concêntricos - foram encontradas em inúmeras inscrições rupestres originárias da era Neolítica e da Idade do Bronze. Apesar da importância dos cultos e mitos solares nas antigas sociedades nórdicas, existem poucas referências sobre Sunna nos poemas e mitos mais recentes. Nas línguas escandinavas e germânicas o gênero do sol é feminino e existem associações evidentes entre o sol e a deusa do norte europeu, como era de se esperar, tendo em vista a influência do sol para o florescimento da natureza e o amadurecimento das colheitas nos curtos meses de verão.

Nas escavações de vários sítios na Alemanha foram encontrados símbolos solares gravados sobre estatuetas femininas, oriundas dos primeiros séculos d.C. Há indicações de que essas imagens - representando uma deusa solar - faziam parte das práticas domésticas das mulheres; figuras semelhantes foram achadas em pequenos altares, nas ruínas de residências e nos túmulos, comprovando a extensão desta veneração.
Sunna regia o ciclo do dia e os ritmos da vida agrícola, que giravam em torno do nascer e pôr do sol, dos solstícios e eclipses e garantia a sustentação da vida em uma clica de frio e terra inóspita. Chamada de "noiva brilhante do céu" E "Senhora Sol", Sunna carregava o disco solar durante o dia, em uma carruagem dourada puxada por dois cavalos: Arvakr, "o madrugador" e Alsvin, "o veloz", sob cujas selas havia sacos com vento para mantê-los protegidos do intenso, calor solar. Sunna se apresentava envolta por uma luz doirada, cujos raios formavam seus cabelos; horas antes do sol nascer, ela ficava sentada sobre uma rocha e fiava outro com seu fuso dourado. Para conduzir a carruagem, ela segurava um chicote e um escudo chamado Svalin (o esfriador), para proteger a terra e os seres humanos do calor excessivo e destrutivo para os raios solares.

A trajetória de Sunna era marcada por dois períodos: durante o dia ela conduzia sua carruagem dourada percorrendo e iluminando o céu, do leste para oeste. Quando anoitecia, ela mergulhava no mar ou na terra e assumia a direção de um barco puxado por um enorme peixe, iniciando um trajeto inverso, do oeste para o leste. No final da noite, antes do alvorecer, Sunna emergia lentamente do mar ou da terra, sentada novamente na sua carruagem dourada, com o brilho contido na alvorada e aumentando progressivamente seu brilho e calor.

Sunna é uma das três deusas que irão morrer no Ragnarök (junto com Bil e Hel), sendo alcançada e devorada pelos lobos Skoll e Hati, seus eternos perseguidores. Porém, antes de morrer, dará à luz a uma filha, que, no alvorecer do Novo Mundo, irá assumir seu nome e continuará sua missão (conforme descrito no Mito da Criação). É possível que sua morte se deva ao fato de ter nascido como uma mortal (Filha de Mundilfari, irmã de Mani, o regente lunar) e divinizada por Odin, devido à sua estonteante beleza e peculiar brilho dourado.

Os povos antigos que reverenciam Sunna ergueram em sua honra inúmeros círculos de pedras, destinados para a realização de rituais nas datas sagradas dos solstícios e equinócios. Um jogo antigo que foi preservado na Escandinávia e Alemanha era feito na primavera, quando jovens das comunidades "aprisionavam" uma moça no centro de um labirinto de pedras arrumadas em forma de espiral e depois a "libertavam" do seu cativeiro. Em todos os locais onde se realizavam danças e festejos primaveris, existia na proximidade um labirinto - de pedras, montículos de terra ou cavado no chão. Apesar de ter se perdido o mito que lhe deu origem, a dança em espiral permaneceu pelo menos um milênio após a cristianização. Estudiosos concluíram que o labirinto era conectado com o rito da passagem do inverno e a libertação do verão, resquícios de um antigo mito solar pan-europeu, centrado numa divindade feminina.

Foram encontrados em inúmeros lugares, da Islândia até a Itália e a Rússia, centenas de labirintos, com desenhos intrincados e associados com as danças na primavera. O cristianismo incorporou muitos dos desenhos e símbolos solares nas igrejas erguidas sobre os antigos locais sagrados pagãos. A teoria sobre a origem ártica desse ritual é apoiada pela reprodução do movimento do sol no céu nórdico pelo traçado do labirinto. Próximo ao Círculo Ártico o padrão anual do sol, é diferente, formando arcos que se expandem e criando um labirinto, como se fossem fiados pelo fuso dourado de Sunna. Acredita-se que os labirintos escandinavos foram construídos 6 mil anos atrás, pois o culto da deusa solar no extremo norte data da pré-historia, conforme indicam as inscrições com motivos solares. Durante a Idade do Bronze, o ato de fiar tornou-se metáfora para a produção da luz pela deusa cósmica, e assim as antigas culturas começaram a reverenciar uma tecelã solar.









Loki

Deus enganador, do Engodo, Mentira, Discórdia, Fogo - God Master - Servo de Loki - Ocupado

Irmão de criação de Thor é um deus extremamente complexo. Diz a mitologia que é um trapaceador astucioso e desafiador de seus pares. Tem o dom da metamorfose podendo se apresentar com a aparência que desejar. São criaturas suas a serpente de Midgard, o demoníaco lobo Fenrir e Hel – a morte.

Presente em muitas sagas da Mitologia Nórdica impulsiona, com suas provocações e artimanhas o conflito, o confronto, o movimento, alternando aspectos de uma personalidade abusada, e/ou amiga é, ainda, misto de rixento e pacificador. Sempre em contraste, sempre imprevisível.

Exímio mentiroso diverte-se com o resultado de seus embustes. Por outro lado despeja verdades, devendo coerência apenas a si mesmo. Loki é o termômetro da temperatura em Asgard, dizem que sem Loki, os deuses possivelmente pereceriam de enfado. Ausente Loki, não existiriam transformações, ou anacronismo, desenvolvimento – tudo permaneceria estático; com Loki, há a certeza do Ragnarok.

Suas mais odiosas características vão se acentuando com o passar dos tempos. Causar a morte de Balder, sem qualquer justificativa, enche de angústia todos os deuses, levando-o a arquitetar uma casa invisível, ali se refugiando.

Porém, Odin tudo vê e manda capturá-lo. Assumindo a forma de um salmão o deus tenta fugir mergulhando numa cachoeira, sendo apanhado numa rede.

O destino de Loki é terrível. Seus dois filhos com Sigyn, Vali e Narvi, iniciam essa saga trágica com muita dor e fatalidade.

Na pele de um lobo Vali mata seu irmão Narvi que por sua vez tem suas tripas utilizadas para prender Loki, o que é feito numa caverna. O endurecimento das tripas de Narvis impossibilita que o deus se liberte. Acima desse, numa estalactite, uma serpente é aprisionada e seu veneno pinga, ininterruptamente, sobre o rosto do deus.

Entretanto Sigyn, a mulher de Loki, conserva-se na gruta empunhando um vaso acima da cabeça do marido, colhendo as gotas da peçonha. Quando esse se enche, ela é obrigada a esvaziá-lo numa fissura da pedra.

No percurso feito por ela para levar e trazer o vaso, o rosto de Loki fica sem qualquer proteção, o veneno respinga sob sua face, trazendo dores cruéis. Conta à mitologia que os tremores da terra são Loki revirando-se em agonia, aflição, dor. A chegada do Ragnarok livrará Loki para o combate derradeiro contra as divindades.









Hela

Rainha do Hel ou Niflheim, o mundo dos Mortos - Moderação - Espíritos de Hela - Ocupado

Hella ou Hell, filha de Loki e de Angurboda e como o seu pai é uma das Deusas incorporada pelo Cristianismo. O Reino dos Mortos tornou-se o inferno Cristão, Loki transformou-se na personificação do mal, um demônio e Balder, como o imolado, o Cristo Católico, tem o condão de salvador.

Nisto acontece uma divergência, pois diz a mitologia que Balder volta do reino dos mortos antes do Raganrox, o que para muitos é uma inverdade. As Nornes vaticinaram ao deus supremo – Odin – quando do nascimento de Hella que, ao alcançar certa idade, essa seria a Senhora do reino dos mortos e o regeria.

Hella criou-se com os gigantes, pois sua mãe era um deles e que com Loki havia gerado mais dois filhos. A Serpente de Midgard e o lobo Fenris. Foi Hella que condicionou o retorno de Balder, possível apenas se os nove mundos e tudo que havia no universo pranteassem a sua morte.

Em Hella havia tão somente a fatalidade da vida, nela a morte era o acontecimento certo, inevitável. Não havia nada de bom ou mal em Hella, igualmente não havia bondade ou maldade na morte. O Reino da Morte era o lugar para onde iam todos os que morriam por velhice, por doenças ou de maneira desonrosa.








Heimdall

Guardião do Reino de Asgard - God Master - Protetores do Arco-Iris - Disponível

Heimdall é o Deus da Luz, chamado de Deus Reluzente de Dentes de Ouro. Segundo a mitologia, possui a faculdade de ver até cem milhas de dia ou de noite; também, a capacidade de ouvir a relva a desenvolver-se no chão e a lã a crescer no corpo dos carneiros; até mesmo, o período de sono de um passarinho é o bastante para ele. Assim costuma-se dizer que Heimdall tem os sentidos aprimorados

A despeito de Sua importância como deus, a sua ascendência é meio confusa. Diz o mito que ele é filho de nove donzelas, nove ondas, filhas de Aegir .

Com estes poderes e traços característicos, é racional a sua escolha, pelos deuses, para ser o seu guardião. Heimdall é, assim, o sentinela na Ponte do Arco-íris (Bifrost). A sua morada em Asgard chama-se Himinbjorg (Penhascos do Céu) e situa-se próximo à Bifrost. Heimdall é dono de uma grande trompa de nome Gjall que ele tocará no Ragnarok reunindo as divindades para o duelo derradeiro.

Cultuado como o maior inimigo de Loki - sendo Heimdall o Deus da Luz, vive em constante atrito com Loki, representando a luta entre luz e as trevas. Os dois lutarão em Ragnarok e, como acontece no confronto de titãs, um exterminará o outro, encerrando mais uma saga.

O Ragnarök, como se sabe é a batalha que será enfrentada pelos deuses, levando-os à morte.









Valkirias

Mulheres aliadas dos Deuses Guerreiros - Moderação - Guerreiras da Aurora Boreal -Brynhildr ("correspondente de batalha") Ocupada / Sigrdrífa ("Aquela que conduz a vitória.") Disponível / Sigrún ("Conhecedora dos mistérios ou magias da Vitória.") Disponível

Seres mitológicos as Valkírias são divindades, que serviam a Odin e permaneceriam virgens. Podiam ser filhas de deuses com mortais ou de mortais com deusas ou de simples mortais.

A grande finalidade dessas heroínas míticas era apontar os mais heróicos dentre os que haviam perecido em combate e levá-los para Valhalla, aonde eles se tornariam einherjar - guerreiros de Odin, mortos e que, por sua bravura se destacaram, sendo recolhidos pela valkirias,

Assim, quando não estavam assistindo aqueles que eram feridos em combate, estavam levando almas para os salões de Valhalla. As Valkirias supervisionavam as batalhas de Midgard - o mundo dos homens - privilegiando guerreiros que gozavam de suas preferências.

Na Edda 35, sobre as Valkirias, há o relato que “Odin manda-as para cada batalha". Gunn (luta) e Rota (turbilhão), que são duas Valquírias e a mais nova Norn, chamada Skuld: a que está sendo - o tempo presente, o trio vagueia escolhendo quem irá morrer e gerencia as mortes.

Retratadas como belas mulheres, sensuais e fortes, as guerreiras tem armaduras que "lançam uma luz trêmula estranha, que pisca ao longo dos céus do norte, fazendo o que os homens chamam de" Aurora Borealis ", ou" Luzes do Norte. São

As principais Valquirias são: Brynhildr, cujo nome significa " cota de malha de guerra ou, "batalha". Sigrdrífa que significa "Aquela que conduz a vitória." Sigrún a "Conhecedora dos mistérios ou magias da Vitória." Svava, golpe; Ölrún, Svanhvít , Alvitr, Þrúðr que é filha de Thor.

Outras fontes indicam que algumas Valquírias eram, ao mesmo tempo, diferentes personagens da mitologia nórdica, como Gunnr que aparece no Runestone Rok e Skögul que ainda está em uma inscrição rúnica no século 13, em Bergen .









Bragi

Deus da Poesia - Moderação - Declamadores de Bragi - Disponível

Na mitologia nórdica, Bragi ou Brágui, é filho de Odin e deus da sabedoria e da poesia. É o protetor dos trovadores. Era casado com Iduna, deusa que concede juventude eterna aos deuses Æsir.

Na Lokassena, uma saga que conta como Loki invadiu um banquete dos deuses e os acusou com calúnias e verdades dolorosas; Bragi foi acusado por Loki de ser um deus efeminado, e ao defender o esposo, a deusa Idunna foi acusada de ser uma deusa adultera, e Bragi e Iduna se divorciaram.









Dag

Deus do Dia - Moderação - Servos de Dag - Disponível

Dagr ("dia", escandinavo moderno: Dag, islândes moderno: Dagur") era, na Mitologia nórdica, o deus Æsir do dia, filho de Dellingr (deus do crepúsculo) e de Nótt. Dagr, o brilhante e o justo, costumava se deslocar através do céu diariamente em uma carruagem puxada por um cavalo conhecido com Skinfaxi. Skinfaxi acendia as luzes da terra e do céu. O cavalo de Nótt, Hrimfaxi, acendia as luzes da noite.









Aegir

Senhor do Mar - Moderação - Servos de Aegir - Disponível

Na mitologia nórdica, Aegir (em nórdico antigo Ægir) é o deus dos mares e oceanos. É um dos Vanir, isto é, um dos deuses do elemento líquido ligado a natureza.

Ele era ao mesmo tempo cultuado e temido pelos marinheiros, pois estes acreditavam que Aegir aparecia de vez em quando na superfície para tomar a carga, homens e navios com ele para seu salão no fundo do oceano. Por isso eram feitos sacríficios para apaziguá-los, muitas vezes sendo sacrificados prisioneiros antes de se começar a velejar. Aegir também é conhecido pelo entretenimento generoso que ele providenciava aos outros deuses.

Sua esposa era a deusa Ran com quem ele teve nove filhas (as donzelas das ondas), que vestiam mantos e véus brancos.

Tinha dois servidores fiéis: Eldir e Fimafeng. Fimafeng foi morto pelo deus Loki durante um banquete realizado pelos deuses no salão submarino de Aegir próximo da ilha de Hler.

Há intérpretes da mitologia nórdica ainda que afirmam que Aegir não é um deus, nem Aesir e nem Vanir, mas sim um gigante amistoso aos deuses, como sua esposa Ran e suas filhas, as Wave Nikr. Ele está mais associado à regência das viagens marítimas e coisas mundanas, do que à essência do mar, do oceano e do princípio da água, pois estes já são regidos por uma divindade vanir, conhecido como Njord. Sendo assim Aegir ou Ægir seria o comandante das criaturas aquáticas e dos Jotun marinhos, os chamados Fjortun, sendo ele quem prepara o Hidromel dos Aesir.









Thrud

Deusa da beleza,dos céus e da cura - God Master - Servo de Thrud - Ocupado

Thrud na mitologia nórdica é uma das filhas de Thor (deus do trovão) e Sif.

Thrud - “A Regente do Tempo” era famosa por sua extraordinária beleza, foi admirada e desejada por muito homens; mortais, heróis, deuses e até mesmo gnomos, dos quais um, chamado Alvis, foi petrificado por Thor para que se afastasse de sua filha. O nome Thrud significava (Nórdico arcaico: Þrúðr; em português significa: Força e poder ), ela era considerada uma deusa regente do tempo cuja raiva trazia as nuvens escuras de chuva e as tempestades, e o bom humor deixava o céu da cor de seus olhos azuis.

Também era considerada uma padroeira dos curadores, pelo fato de ter sido, ela mesmo, uma curadora, que, em seu aspecto de Valquíria, aliviava o sofrimento dos feridos nos campos de batalha.









Forseti

Deus da Justiça, Paz, Verdade- Moderação - Justiceiros de Forseti - Disponível

Forseti (que significa "o anfitrião") é o deus Nórdico da justiça, meditação e conhecimento interior. É também uma força de paz. Ele é filho dos deuses Balder e Nanna. Sua casa é o palácio Glitnir, que significa "brilhante". Forseti se sentava em sua sala distribuindo justiça e resolvendo as disputas de deuses e homens. Forseti prometera que, em todas as decisões em seu tribunal, ambas as partes estariam sempre em acordo.

Fosite é um deus dos frísios freqüentemente identificado como um deus ecandinavo. Então, Jacob Grimm, ao pesquisar da Mitologia Teutônica, observa que o santuário de Forseti, na ilha de Helgoland, teria feito dele um candidato ideal para uma divindade conhecida por frísios e escandinavos, mas tem que admitir que é surpreendente que ele nunca seja mencionado por Saxo Grammaticus.

De acordo com a lenda, ele nunca contou nem contaria nenhuma mentira, e, sempre conseguia fazer com que os envolvidos em disputas chegassem a um acordo ou realizava um julgamento considerado justo por todos. Ele também é referido como Fosite. Acreditava-se que Forseti era imparcial em relação a tudo, pois só assim a verdadeira justiça seria alcançada.









Skadi

Deusa do Inverno - Moderação - Princesas do Inverno - Ocupado

Skadi (Skaði) é a esposa do deus vanir Njord. Enquanto seu esposo prefere viver nas praias e perto do mar, ela prefere habitar as montanhas e os lugares altos.

Ela é a linda filha do gigante Þjazi, na mitologia nórdica ela era a deusa do inverno. Depois da morte de Þjazi, assassinado devido a mais uma peripécia de Loki, Skadi decide vingar-se dos Ases, que não sendo capazes de se defenderem batendo numa Mulher, resolvem reparar o mal pedindo a Skadi que casasse com um deles.
Tendo em conta, unicamente os seus pés, já que o resto do corpo estava tapado, para que a sua escolha fosse aleatória, Skadi escolhe os pés mais bonitos, pensando ser os de Balder. É o Deus Njörðr que é escolhido e com quem vai viver para as montanhas gélidas e ruidosas. no entanto Njord fosse o Deus da Água das praias ele não conseguiu coabitar com o gelo de Skadi.

O casamento não deu certo, pois enquanto seu esposo preferia viver nas praias e perto do mar, em Nóatún, ela preferia habitar as montanhas e os lugares altos, em Þrymheimr, antigo palácio de seu pai.
Do casamento de Skadi e Njord nasceram Freya e Frey.

Em outras fontes da mitologia, diz-se que ela casou-se mais tarde com outro deus, o Æsir Ull.










Ran

Deusa do Mar, dos Afogados - Moderação - Servo de Ran - Disponível

Esposa de Aegir, Ran governa o mar. Temida pelos marinheiros por ser uma deusa maligna que os arrastava para o fundo do mar se tivesse a oportunidade. Deusa do Submundo e dos Elfos Escuros, Senhora dos Mortos.

Ran costuma afogar os marinheiros que não aceitam ser maridos de suas filhas ou dela mesma. As pessoas que morrem afogadas não vão parar no Valhala por isso Ran tem responsabilidade por alguns mortos.









Sjöfn

Deusa do Amor - Moderação - Servo de Sjöfn - Disponível

Ela é a deusa do amor da mitologia nórdica. Seu papel principal é fazer com que homens e mulheres para se apaixonar e estar apaixonado. Para cumprir seu papel, ela usa muitos métodos diferentes, um é uma poção mágica que lhe serve muitos convidados. Outra é cantar com sua voz sedutora e encantadora. Diz-se que sua voz tem qualidades mágicas e pode fazer as pessoas esquecerem as razões para entrar em sua cúpula de prazer. Esquecer sua raiva, tristeza, feridas e ódio. Para esquecer o medo de que não há amor suficiente para todos. Alguns dizem que quando ouvem a voz dela que eles se sentem como eles estão engulved em uma nuvem de alegria que é impossível resistir. Seu coração cheio de amor, livre do medo. Sua aparência é lisa como uma lontra e as suas cores os olhos turno.









Jörð

Deusa da Terra - Moderação - Manipuladores da terra - Disponível

Jord ou Jörð, é a deusa de Midgard (a Terra na visão dos nórdicos).Algumas lendas dizem que ela é irmã do deus do mar, Njord, embora outras afirmem que ela seja amante de Njord.

É a deusa que permite e que faz todas as coisas crescerem na terra, de árvores à flores. Jord é uma Jotun, embora seja tratada também como uma Æsir, o que mostra como, diferente do que normalmente se pensa, os Jotuns não são criaturas más necessariamente.

Jord também é mãe do deus do trovão Thor, sendo Odin o pai.

Diferente dos outros Æsir, ela não permanece em Asgard, mas sim em Midgard para tomar conta da terra.









Nótt

Deusa da Noite - Moderação - Servo de Nótt - Disponível

Na mitologia nórdica, Nótt é uma deusa Æsir, é a personificação da noite, é filha do gigante Nörfi (também Narfi ou Nörr). Foi esposa de Naglfari com quem teve um filho chamado Aud, logo com Annar teve uma filha chamada Jörd e finalmente se casou com Dellingr que era um dos deuses com quem teve um filho chamado Dag.
Sua origem e natureza são descritas por Snorri Sturluson no primeiro capítulo da Edda prosaica, em Gylfaginning.









Vili

Um dos Deuses da Criação - God Master - Servo de Vili - Disponível

Vili, Willio ou, aportuguesando, Víli para os germânicos, era um dos Aesir, filho de Bestla e Borr na mitologia nórdica. Seus irmãos eram Ve e Odin. Ele era conhecido por ter dado à humanidade os dons da emoção, sentimentos e pensamentos.

No poema Völuspá, Hoenir e Lóðurr auxiliaram Odin a criar Ask e Embla, respectivamente o primeiro homem e mulher. Mas no poema Gylfaginning, afirma-se que os auxiliares na criação foram Vili e Ve. Como Snorri Sturluson, autor de Gylfaginning conhecia Völuspá, é possível que Hoenir fosse um outro nome de Vili.









Ve

Um dos Deuses da Criação - God Master - Servo de Ve - Disponível

Ve, ou Wiho para os germânicos, era um dos Aesir, filho de Bestla e Borr na Mitologia nórdica. Seus irmãos eram Vili e Odin. Ele era conhecido por ter dado à humanidade os dons da fala e da palavra.

Na poema Lokasenna, o deus Loki sugere que Ve teve um caso com Friga, esposa de Odin.

No poema Völuspá, Hoenir e Lóðurr auxiliaram Odin a criar Ask e Embla, respectivamente o primeiro homem e mulher. Mas no poema Gylfaginning, afirma-se que os auxiliares na criação foram Vili e Ve. ComoSnorri Sturluson, autor de Gylfaginning conhecia Völuspá, é possível que Lóðurr fosse um outro nome de Ve.









Vidar

Deus da vingança - Moderação - Vingadores de Vidar - Disponível

Na mitologia nórdica, Vidar ou Vídar é um dos filhos de Odin, deus associado à vingança. Sua mãe é a gigante Gríðr, uma amiga dos deuses. Ele é tão forte que ninguém, além de Thor, consegue superá-lo.

Seu propósito é, na batalha do Ragnarök, vingar a morte de seu pai, morto pelo lobo Fenrir. Nesta batalha, Vidar mata Fenrir abrindo sua boca e rasgando-o ao meio. Vidar também sobrevive ao ataques de fogo de Surtur.

Foi um dos poucos deuses que sobreviveu ao Ragnarök, e por seus feitos foi considerado o sucessor de seu falecido pai.









Sif

deusa da fertilidade da terra - Moderação - Guerreiros de Sif - Disponível

TNa mitologia nórdica, Sif é esposa do deus Thor e mãe das suas duas filhas Lorride e Thrud. Antes do casamento com Thor, teve outro filho, Uller, não sendo conhecido quem é o pai.

Seu cabelo dourado foi feito pelos anões (trolls) de forma a enraizar e crescer na sua cabeça depois que Loki o cortara numa brincadeira[2][3]. Sif é a deusa Asynjor da excelência e habilidade em combate, e é retratada como uma deusa guerreira. Aprecia os guerreiros leves e habilidosos, que não dependem só da força bruta.
Foi assassinada no Ragnarök mas não se sabe quando e nem por quem.









Eir

Deusa da Cura, da Medicina - Moderação - Curandeiros de Eir - Disponivel

Eir é uma deusa da mitologia nórdica ou escandinava, mais conhecida por sua habilidade de cura (principalmente com ervas), inclusive conhecedora da ressurreição. Seu nome está ligado a socorro ou piedade no nórdico antigo. Ela é uma das deusas da montanha Lifia ("que cura através da magia"). Também era boa amiga de Frigg e considerada como uma das vinte criadas dela. Eir também é o nome de uma das nove criadas que servem o gigante Menglöd no poema Svipdagsmál.

Como uma mestre no medicamento, Eir é a protetora dos trabalhadores saudáveis. Ela é tida como na medicina moderna não apenas como médica física, mas também mental, emocional e espiritual. Dizem que Eir entrega suas curas a todas as mulheres que já a viram, e ela apenas ensina as mulheres seus segredos das artes medicinais. De acordo com a lenda, apenas as mulheres podiam aprender as artes de curas escandinavas.









Syn

Guarda do templo - Moderação - Guerreiros templários - Disponivel

Não há história conhecida.









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